Prólogo

Outubro 21, 2008 at 10:49 pm 13 comentários

Perguntei ” o quê?”.
Ninguém respondeu.
Mas continuava a ouvir chorar. E repeti a minha pergunta.
“Nada, não é nada”.
Se não era nada, só podia ser tudo.
Porque não me lembro do dia em que nada fazia chorar.

Aos que gritam no silêncio.

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Pessoa Revisitado Filhos do Diabo

13 comentários Add your own

  • 1. carla  |  Janeiro 5, 2010 às 11:26 am

    nao gostei muito e triste

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    • 2. Tiago  |  Março 11, 2010 às 3:15 pm

      Precisamos de textos assim. O mundo precisa.

      Responder
      • 3. zaina  |  Março 31, 2010 às 9:36 pm

        Adorei é lindo.

  • 4. ivanlantyer  |  Janeiro 21, 2011 às 1:24 am

    Que interessante, muito peculiar o trecho:
    “Se não era nada, só podia ser tudo.”

    Responder
  • 5. clara  |  Outubro 28, 2011 às 8:52 pm

    Que legal!

    Responder
  • 6. Mayarainha  |  Dezembro 12, 2011 às 1:45 am

    este é super legal, mas é super trite.

    Responder
  • 7. beatrizsouzafreire  |  Outubro 27, 2012 às 4:41 pm

    Reblogged this on e comentado:
    “eles sempre dizem que não é nada…”

    Responder
  • 8. c.volpi  |  Novembro 12, 2013 às 5:07 pm

    Lindo e triste!

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  • 9. gedison lasariny  |  Janeiro 29, 2014 às 12:26 am

    lindo!!!!

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  • 10. emanuel cunha  |  Fevereiro 19, 2014 às 11:42 pm

    quasepoetabea.blogspot.pt/ TEM BONITOS POEMAS

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  • 11. Nelson Camacho D'Magoito  |  Novembro 13, 2014 às 1:09 am

    Triste? Mas avida não é triste? É um belo poema. Se calhar preferem as letras pirosas do “Carreira da camionetas”

    Responder
  • 12. Amarela  |  Agosto 4, 2015 às 10:57 pm

    Intenso!

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  • 13. mmhennemann  |  Setembro 21, 2015 às 8:55 pm

    Sobre a angústia que não encontra palavras para se expressar. Talvez as palavras não possam expressar tudo. A linguagem engana, distrai. O sentimento é universal. Triste. Mas Humano.

    Responder

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