Arquivo de Outubro, 2008|Página de arquivo mensal

Prólogo

Perguntei ” o quê?”.
Ninguém respondeu.
Mas continuava a ouvir chorar. E repeti a minha pergunta.
“Nada, não é nada”.
Se não era nada, só podia ser tudo.
Porque não me lembro do dia em que nada fazia chorar.

Aos que gritam no silêncio.