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	<title>Comentários em: Concurso</title>
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	<description>Desabafos tão fortes e intensos como só eles - de amor, de ódio, de felicidade , de tristeza; enfim, Poemas do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Dec 2009 13:57:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: xuxa</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-7139</link>
		<dc:creator>xuxa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 22:47:11 +0000</pubDate>
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		<description>ronaldo</description>
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		<title>Por: livia souza puertas prates</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-7056</link>
		<dc:creator>livia souza puertas prates</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 18:49:46 +0000</pubDate>
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		<description>o meu mundo é diferente
cheio de destruição
com corupção
e muito exploração

o meu mundo é diferente
sem valorização
sem respeito 
sem união

meu mundo é diferente
porque ele é diferente
o meu é diferente
o nosso é diferente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o meu mundo é diferente<br />
cheio de destruição<br />
com corupção<br />
e muito exploração</p>
<p>o meu mundo é diferente<br />
sem valorização<br />
sem respeito<br />
sem união</p>
<p>meu mundo é diferente<br />
porque ele é diferente<br />
o meu é diferente<br />
o nosso é diferente.</p>
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		<title>Por: Fátima Lopes</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-7004</link>
		<dc:creator>Fátima Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 11:44:59 +0000</pubDate>
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		<description>Vou por este mar imenso 
Continuo sem parar 
Juro que por vezes penso 
Em parar de navegar 

Mas há o vento, que sôfrego
Nunca me deixa abrandar 
Diz que dentro dele existe 
Uma força a empurrar

E os anos vão passando
Meu Deus, quando serei…
Um outro elemento…diferente
De tudo aquilo que sei

Porque o saber é riqueza 
E por vezes sofrimento
Quando o mal se conhece
Nada serve de alento

Pergunto-me sem parar
O porquê de ter nascido 
Se em minhas mãos nunca esteve
Um amor ou um caminho?

Amores…não conheci!
E nos caminhos que errei 
Fui dar a portas fechadas 
E em nenhuma eu entrei


Ao fundo do poço eu vou
Buscar a tal coragem
Que me faz continuar
Sem nunca deixar margem

P’ra reclamar ou dizer 
Que quero desistir 
Uma voz chama por mim
NÃO POSSO RECUSAR OUVIR!

Fátima Lopes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou por este mar imenso<br />
Continuo sem parar<br />
Juro que por vezes penso<br />
Em parar de navegar </p>
<p>Mas há o vento, que sôfrego<br />
Nunca me deixa abrandar<br />
Diz que dentro dele existe<br />
Uma força a empurrar</p>
<p>E os anos vão passando<br />
Meu Deus, quando serei…<br />
Um outro elemento…diferente<br />
De tudo aquilo que sei</p>
<p>Porque o saber é riqueza<br />
E por vezes sofrimento<br />
Quando o mal se conhece<br />
Nada serve de alento</p>
<p>Pergunto-me sem parar<br />
O porquê de ter nascido<br />
Se em minhas mãos nunca esteve<br />
Um amor ou um caminho?</p>
<p>Amores…não conheci!<br />
E nos caminhos que errei<br />
Fui dar a portas fechadas<br />
E em nenhuma eu entrei</p>
<p>Ao fundo do poço eu vou<br />
Buscar a tal coragem<br />
Que me faz continuar<br />
Sem nunca deixar margem</p>
<p>P’ra reclamar ou dizer<br />
Que quero desistir<br />
Uma voz chama por mim<br />
NÃO POSSO RECUSAR OUVIR!</p>
<p>Fátima Lopes</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: barby</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6989</link>
		<dc:creator>barby</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 18:25:40 +0000</pubDate>
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		<description>eu quria mandar!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu quria mandar!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: erika</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6979</link>
		<dc:creator>erika</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 08:54:13 +0000</pubDate>
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		<description>Olhos que passam por nós com gelo dentro
Na ternura dos teus olhos me vejo e me revejo ao pôr-do-sol
Sabendo ainda deles a saudade; antes do dia
Era demasiado cedo, eu sei, para te dizer que o gelo
Queimou as pontas das agulhas nos pinheiros
Folhagem despida nos troncos e eu sem mar
Pousada num vulcão aceso à beira a mim própria,
Nada pode existir antes do dia certo, dizem.
E eu de certezas nada mais sei do que um segredo
Calado em sílabas pausadas e depois embrulhado em voz pendente
Não é que fosse cedo, era muito menos do que isso;
Sem aurora toda a madrugada se estende fria.
E no calor que tarda quando a noite abrevia a exposição à perfeição da luz
A gente não sabe de outra imperfeição que não seja a d
as horas
Coladas à sombra; nas encostas onde não corre a lava
É de rocha sedimentada a fantasia dos olhos
Quando eles não se fixam e estão apenas de passagem.


erika</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olhos que passam por nós com gelo dentro<br />
Na ternura dos teus olhos me vejo e me revejo ao pôr-do-sol<br />
Sabendo ainda deles a saudade; antes do dia<br />
Era demasiado cedo, eu sei, para te dizer que o gelo<br />
Queimou as pontas das agulhas nos pinheiros<br />
Folhagem despida nos troncos e eu sem mar<br />
Pousada num vulcão aceso à beira a mim própria,<br />
Nada pode existir antes do dia certo, dizem.<br />
E eu de certezas nada mais sei do que um segredo<br />
Calado em sílabas pausadas e depois embrulhado em voz pendente<br />
Não é que fosse cedo, era muito menos do que isso;<br />
Sem aurora toda a madrugada se estende fria.<br />
E no calor que tarda quando a noite abrevia a exposição à perfeição da luz<br />
A gente não sabe de outra imperfeição que não seja a d<br />
as horas<br />
Coladas à sombra; nas encostas onde não corre a lava<br />
É de rocha sedimentada a fantasia dos olhos<br />
Quando eles não se fixam e estão apenas de passagem.</p>
<p>erika</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cris</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6978</link>
		<dc:creator>Cris</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 15:56:44 +0000</pubDate>
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		<description>Giram em torno a mim as máscaras dançantes,
em meus ouvidos a sussurrar,
são de infausta beleza alcova de sua podridão...
isolando seus medos em inatingíveis alcáceres á fim denão os expor, todos afastam de seus alaridos...
Camuflam-se os angustiados sem permitir revelar seus olhos sem alma...
Por quantas noites mais ainda perdida nesse teatro estarei?
Posso eu acaso jazir também à sombra de uma máscara?
Quão transformadas são as faces a apagar lembranças e histórias e quão cobertas são pelo que julgam melhor...
faces essas mesmo em vida apodrecem, muito dedicam-se ao que em instantes se finda...
Corpos de carne fria carregam amargos espíritos, pra tudo mais são inúteis...
depois de esculpidos à gosto do autor, tornarão fértil o solo e saciados os vermes.
Alcanção o céu dedos de gelo, irreais à dar livre sensação,
derretem sua verdade ao florescer a hipocresia.
Quão livres podem ser os detentos dessa cela angusta ao desaparecerem atrás de suas peles de cera?
Onde estás agora o troféu exposto que aqui reluzia?
Em que trevas jaz agora à esquecer suas vaidades?
És pedra áspera, altar de máguas vãs e lembranças inúteis, à sentir podres as raízes das flores lhe entrando nos olhos, não ousam nem elas desbrochar sobre tão fútil matéria...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Giram em torno a mim as máscaras dançantes,<br />
em meus ouvidos a sussurrar,<br />
são de infausta beleza alcova de sua podridão&#8230;<br />
isolando seus medos em inatingíveis alcáceres á fim denão os expor, todos afastam de seus alaridos&#8230;<br />
Camuflam-se os angustiados sem permitir revelar seus olhos sem alma&#8230;<br />
Por quantas noites mais ainda perdida nesse teatro estarei?<br />
Posso eu acaso jazir também à sombra de uma máscara?<br />
Quão transformadas são as faces a apagar lembranças e histórias e quão cobertas são pelo que julgam melhor&#8230;<br />
faces essas mesmo em vida apodrecem, muito dedicam-se ao que em instantes se finda&#8230;<br />
Corpos de carne fria carregam amargos espíritos, pra tudo mais são inúteis&#8230;<br />
depois de esculpidos à gosto do autor, tornarão fértil o solo e saciados os vermes.<br />
Alcanção o céu dedos de gelo, irreais à dar livre sensação,<br />
derretem sua verdade ao florescer a hipocresia.<br />
Quão livres podem ser os detentos dessa cela angusta ao desaparecerem atrás de suas peles de cera?<br />
Onde estás agora o troféu exposto que aqui reluzia?<br />
Em que trevas jaz agora à esquecer suas vaidades?<br />
És pedra áspera, altar de máguas vãs e lembranças inúteis, à sentir podres as raízes das flores lhe entrando nos olhos, não ousam nem elas desbrochar sobre tão fútil matéria&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JAIRO DE LIMA ALVES</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6969</link>
		<dc:creator>JAIRO DE LIMA ALVES</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 00:38:40 +0000</pubDate>
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		<description>RECEBEU A MENSAGEM?

ENTÃO, POR FAVOR, RESPONDA!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RECEBEU A MENSAGEM?</p>
<p>ENTÃO, POR FAVOR, RESPONDA!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JAIRO DE LIMA ALVES</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6968</link>
		<dc:creator>JAIRO DE LIMA ALVES</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 00:37:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6968</guid>
		<description>SIM, APRECIEI, E MUITO, O SEU ESTILO.
OS POEMAS SÃO SIGNBIFICATIVOS E ENVOLVENTES.
POR GENTILEZA, VISITE O MEU BLOG:

www.tribunadopovocidade.blogspot.com

Até breve.

JAIRO DE LIMA ALVES, FRC
MUNDONOVO, 14.04.2008</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SIM, APRECIEI, E MUITO, O SEU ESTILO.<br />
OS POEMAS SÃO SIGNBIFICATIVOS E ENVOLVENTES.<br />
POR GENTILEZA, VISITE O MEU BLOG:</p>
<p><a href="http://www.tribunadopovocidade.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.tribunadopovocidade.blogspot.com</a></p>
<p>Até breve.</p>
<p>JAIRO DE LIMA ALVES, FRC<br />
MUNDONOVO, 14.04.2008</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Isabel</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6860</link>
		<dc:creator>Ana Isabel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 20:40:12 +0000</pubDate>
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		<description>li algumas obras fantasticas aqui... parabens pra quem fez todos estes poemas... estão muito bons... mas agora podem me dizer como se pode participar??? bjs fiquem bem</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>li algumas obras fantasticas aqui&#8230; parabens pra quem fez todos estes poemas&#8230; estão muito bons&#8230; mas agora podem me dizer como se pode participar??? bjs fiquem bem</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: vania fernandes</title>
		<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/eventos/#comment-6815</link>
		<dc:creator>vania fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 10:35:19 +0000</pubDate>
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		<description>á uns dias escrevi uns poemas e enviei para este concurso, mas por sinal ainda não está nenhum publicado para poderem votar.
gostava de saber o que se passa.

agradecia que respondessem ou então que publicassem os meus poemas.

sem mais assunto,
       Vânia Fernandes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>á uns dias escrevi uns poemas e enviei para este concurso, mas por sinal ainda não está nenhum publicado para poderem votar.<br />
gostava de saber o que se passa.</p>
<p>agradecia que respondessem ou então que publicassem os meus poemas.</p>
<p>sem mais assunto,<br />
       Vânia Fernandes.</p>
]]></content:encoded>
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