Mãe
Maio 13, 2007
E como foi Dia da Mãe, aqui vai um poema para as mães deste mundo. Já vai um pouco atrasado, mas as mães nunca se importam, o que interessa é a intenção…
Mãe…são três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito
Para louvar a nossa mãe
Todo o bem que se disser
Nunca há-de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do céu
E apenas menor que Deus!
Mário Quintana
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1.
xotor bacalhau | Maio 23, 2007 at 7:18 am
O bacalhau começou a ser pescado pelos portugueses no século XVI ao longo da Costa Norueguesa. Neste século, a Europa sofreu longos períodos de fome e de miséria. Por isso, a população recorreu à conservação de peixe, salgado e seco ao sol. O peixe conservado revelou –se bastante saboroso.
Em 1521, o Rei D. João III, permitiu a exploração de algumas terras a Norte do Oceano Atlântico, onde o bacalhau era abundante.
Este tipo de peixe começa então a ser pescado. As frotas portuguesas descarregaram mais de três mil toneladas de peixe durante o reinado de D. João III. Durante todo o séc. XVI, foram enviadas sistematicamente enormes frotas, à procura de bacalhau, chegando uma delas a 150 navios. Estas saíam em Maio e regressavam em Outubro, período que coincide com a desova do bacalhau. No entanto, a perda da independência para os espanhóis em 1580 fez com que os inimigos de Espanha tornassem aquelas terras Nórdicas bastante perigosas.
A pesca do bacalhau só voltou a reanimar em meados do séc. XIX.
Mais tarde, no séc. XX, dos anos 30 aos anos 60, a pesca bacalhoeira estendeu-se até às águas da Gronelândia, atingindo o seu apogeu, cobrindo cerca de 84% de consumo nacional.
Em 1936, Portugal tinha 51 navios de pesca do bacalhau, embora grande parte se mostrasse antiquada, sendo construídos em madeira e em alguns casos, sem motor auxiliar. Apareceram então, os primeiros arrastões.
Por inúmeras circunstâncias, tal como a concorrência de frotas de outros países e a grande variação da temperatura das correntes, as capturas decaem, em 1958.
2.
Rafael | Maio 23, 2007 at 7:20 am
Muito bem! Visitantes destes é que são precisos! Muito Obrigado, Xôtor Bacalhau, pelo seu apoio a nivel gastronómico.
3.
Eduardo | Julho 16, 2007 at 2:13 pm
Uma poesia de Quintana vale cada segundo de leitura em ouro.
Continuem escrevendo mais poemas dele, são fantásticos.