PARTE II
E agora é o acaso que me guia
sem esperança, sem um fim, sem uma fé
Sou tudo: mas não sou o que queria
Se o mundo fosse bom – como não é!
Tubercoloso!… Mas que triste sorte!
Podia suicidar-me, mas não quero
Que o mundo diga que me desespero
E que me mato por ter medo á morte…
Ser doido alegre, que maior ventura!
Morrer vivendo p’ra além da verdade.
É tão feliz quem goza tal loucura
Que nem na morte crê, que felicidade!
Arquivado em: Poemas do Mundo
Excelente este poema, as duas partes dele que você já postou. =) Ainda tem continuação?